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Transparência

Referências do Mapa Sideral Védico

De onde vem cada peça deste produto: o texto clássico do Jyotish que fundamenta as técnicas usadas (Casas, Nakshatras, dignidades, Dashas) e os autores modernos consultados na elaboração da abordagem. Levantamento verificado nas próprias obras e biografias dos autores, não citado de memória.

Brihat Parashara Hora Shastra Atribuição tradicional

O que é e o que fundamenta neste produto
É o texto doutrinário de onde vêm as técnicas centrais usadas no Mapa Sideral Védico: o sistema de Casas Inteiras (Whole Sign) a partir do Ascendente, as significações clássicas de cada Casa (Bhava) que estruturam as 5 Áreas de Vida do relatório, a tabela de exaltação e queda (dignidade) dos 7 grahas clássicos, e o sistema de Dashas Vimshottari (períodos planetários) usado na seção "Suas Dashas".
Sobre a autoria (honestidade em vez de certeza forçada)
Diferente de Ptolomeu ou James Legge — pessoas históricas reais e documentadas —, "Parashara" é uma atribuição tradicional a um sábio (rishi) védico associado ao período do Mahabharata, e a origem exata do texto é debatida por pesquisadores. A referência mais antiga conhecida a uma obra chamada "Parasara Hora" aparece no Brihat Jataka, de Varahamihira (século VI d.C.), mas nenhum manuscrito antigo do BPHS como o conhecemos hoje foi encontrado — estudiosos como J. Gonda datam a compilação do texto (ou parte dele) depois do ano 600 d.C., e a edição moderna, com 97 capítulos, é vista por parte da academia como uma compilação refinada ao longo de séculos por vários estudiosos, incluindo trechos posteriores (como sutras de Jaimini e seções de remédios astrológicos) que não seriam do núcleo original. Isso não torna o texto menos central pra tradição — só significa que, diferente de um autor com data de nascimento e morte conhecidas, "Parashara" é uma autoria tradicional, e dizemos isso abertamente.
Referência usada por nós
SANTHANAM, R. (trad., coment.). Brihat Parashara Hora Shastra. 2 v. Nova Delhi: Ranjan Publications, 1984.
Contexto histórico (não são a fonte usada aqui)
VARAHAMIHIRA. Brihat Jataka (século VI d.C.) — a referência textual mais antiga conhecida a uma "Parasara Hora", citada por comentadores posteriores como Bhattotpala (século X d.C.).

Ayanamsha Lahiri Fonte documentada

O que é e o que fundamenta neste produto
É o "ajuste" que faz este mapa ser Sideral (alinhado às constelações reais) em vez de Tropical (alinhado às estações do ano): a diferença entre os dois sistemas hoje é de aproximadamente 24°, causada pela precessão dos equinócios (o eixo da Terra muda lentamente de direção, levando cerca de 25.800 anos pra completar um ciclo). Esse valor de ajuste — o ayanamsha — não é único: existem várias versões, calculadas por astrônomos diferentes. Este produto usa o Ayanamsha Lahiri, o mais adotado no Jyotish, tanto na Índia quanto no resto do mundo.
Quem foi Lahiri e de onde vem esse valor
Nirmala Chandra Lahiri (1906-1980) foi astrônomo indiano e secretário do Comitê de Reforma do Calendário, formado pelo governo da Índia em 1952 e presidido pelo físico Meghnad Saha. Em 1955, o comitê adotou o valor calculado por Lahiri como o ayanamsha oficial do calendário nacional indiano (Saka), em vigor desde 21 de março de 1956 — e esse mesmo valor se tornou, com o tempo, o padrão de fato da maioria dos astrólogos védicos, dentro e fora da Índia. A definição de Lahiri ancora o zodíaco sideral numa estrela real, Chitrā (nome sânscrito da estrela Spica, também chamada de Alpha Virginis) — colocando-a exatamente a 0° de Libra (180° do zodíaco), o que fixa o ponto 0° de Áries no lado oposto. Pra chegar nesse valor, Lahiri calculou a época em que o zodíaco Tropical e o Sideral coincidiam exatamente: aproximadamente o ano 285 d.C.
Referência usada por nós
GOVERNO DA ÍNDIA. Report of the Calendar Reform Committee. Comitê presidido por Meghnad Saha, com N. C. Lahiri como secretário. Nova Delhi: Council of Scientific and Industrial Research, 1955.

Marc Boney Fonte documentada

O que é e o que informou neste produto
Um dos livros consultados na elaboração da abordagem didática e introdutória deste produto — como explicar o Jyotish pra quem nunca teve contato com ele, sem jargão desnecessário além dos termos que são o diferencial do produto (Nakshatra, Casa, graha).
Biografia do autor
Marc Boney é astrólogo, escritor e conselheiro americano, com mestrado (M.A.) em Aconselhamento Psicológico e bacharelado em Literatura Inglesa pela Northwestern University, em Chicago. Envolvido com astrologia desde 1974, dedicou a carreira a integrar a sabedoria védica com a prática de aconselhamento. Recebeu sua formação principal em Jyotisha com K.N. Rao — um dos mais renomados astrólogos védicos do mundo, fundador da maior escola de astrologia da Índia (Bharatiya Vidya Bhavan, em Nova Delhi) e responsável por levar a astrologia védica às universidades indianas como disciplina reconhecida. Boney é autor de mais de 50 artigos e 22 livros sobre astrologia védica (com foco também no sistema Jaimini de Jyotisha), foi o principal apresentador de Jyotisha no Chopra Center for Well-Being entre 2000 e 2002, e fundou o Pacific Institute of Vedic Science, na região de San Diego (EUA). Antes de se dedicar em tempo integral às ciências védicas, atuou em cargos corporativos como Diretor de Recursos Humanos. Pratica Meditação Transcendental desde 1971. Em reconhecimento pela contribuição à difusão da astrologia védica no Ocidente, recebeu o Distinguished Service Award do Institute of Astrology, ligado ao Bharatiya Vidya Bhavan de Nova Delhi.
Referência usada por nós
BONEY, Marc. Astrologia Védica Para Iniciantes — Volume 1: Como Analisar O Mapa Astral. Edição digital.
Outros trabalhos do autor (contexto de relevância, não são a fonte usada aqui)
Mais de 22 livros e 50 artigos sobre astrologia védica, com ênfase no sistema Jaimini de Jyotisha — corpo docente do American College of Vedic Astrology.

Bernadeth Pombo Fonte documentada

O que é e o que informou neste produto
Obra brasileira de referência consultada na elaboração deste produto, com foco na tradição védica praticada e ensinada no Brasil.
Biografia da autora
Bernadeth Pombo é astróloga védica brasileira (Jyotishi), radicada no Rio de Janeiro. Iniciou os estudos de Filosofia Védica em 1973 e recebeu iniciações espirituais (Sat Guru) em 1975, 1976 e 2007, tendo entrado em contato com o Jyotisha (astrologia védica) no fim dos anos 1980. Recebeu o título de Jyotishi (praticante e mestra em astrologia védica) do Prof. Gajendra Das em 1996 e, novamente, do Dr. David Frawley — um dos nomes mais influentes da difusão do Jyotish no Ocidente — em 2010. Entre 1996 e 2013 viveu períodos na Índia, aprofundando-se junto a mestres de sua linhagem. Tem formação também em Ayurveda, Vastu-shastra e Upayas (remédios védicos tradicionais pra efeitos planetários desafiadores), e há quase 40 anos forma alunos através de cursos, consultas e palestras, tanto para iniciantes quanto para quem já conhece a tradição.
Referência usada por nós
POMBO, Bernadeth. Astrologia Védica — Os Astros em 2026.
Outros trabalhos da autora (contexto de relevância, não são a fonte usada aqui)
Astrologia Védica — Os Astros em 2025 — edição anterior da mesma série anual.

Alessander Carlos Bedin Fonte documentada

O que é e o que informou neste produto
Obra brasileira consultada na elaboração deste produto, com uma abordagem que busca aproximar a astrologia védica de uma linguagem racional, sem dogmatismo nem mistificação — um tom que também buscamos na escrita do relatório.
Biografia do autor
Alessander Carlos Bedin nasceu em 1978, no Paraná. Seu interesse pela astrologia védica começou quando examinou de perto seu próprio mapa astral e o de sua família com um astrólogo védico radicado na Índia. A partir dessa experiência, dedicou-se a anos de pesquisa e estudo aprofundado sobre a essência da astrologia védica, numa abordagem que entrelaça ciência e espiritualidade, sem abrir mão do raciocínio crítico.
Referência usada por nós
BEDIN, Alessander Carlos. A metafísica dos signos: astrologia védica para o autoconhecimento.

Levantamento verificado nas obras, editoras e biografias publicamente disponíveis dos autores, não citado de memória.

Agora você sabe de onde vem a técnica

Doutrina clássica documentada, autores modernos verificáveis — nada inventado. Conheça o Mapa Sideral Védico.

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